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Criar um monitoramento

Como sair de um briefing inicial para um monitoramento revisável, com fontes, sinais e limites claros.

Antes de começar

Tenha um motivo

Explique por que este tema precisa ser acompanhado agora.

Separe atores

Liste pessoas, órgãos, marcas, territórios ou grupos envolvidos.

Defina risco

Diga qual consequência você quer evitar, reduzir ou acompanhar.

Caminho de criação

Escreva o briefing

Descreva o caso em linguagem simples: contexto, motivo da atenção, atores envolvidos e sinal que disparou o monitoramento.

Revise entidades e território

Confirme nomes, variações, siglas, região e termos que podem aparecer nas fontes.

Mapeie riscos e stakeholders

Liste riscos principais, públicos afetados e responsáveis que podem precisar de resposta.

Escolha fontes e keywords

Use fontes compatíveis com o tipo de caso. Keywords devem encontrar evidência, não apenas aumentar volume.

Revise o rascunho

Antes de ativar, procure excesso de ruído, fontes faltantes, termo ambíguo ou risco sem evidência.

Ative com cautela

Ative quando o rascunho já permitir leitura mínima de cobertura, lacunas e próximos sinais esperados.

O que revisar antes da ativação

O briefing explica por que o caso importa?

Se o motivo não está claro, o monitoramento tende a virar coleta solta. Reescreva o objetivo antes de ativar.

As keywords encontram o caso certo?

Termos amplos demais geram ruído. Termos estreitos demais escondem sinais relevantes. Prefira começar com um conjunto revisável.

As fontes cobrem o tipo de risco?

Caso institucional pode exigir fonte oficial. Caso reputacional pode exigir cobertura pública. Não trate uma fonte só como cobertura completa.

Há lacuna explícita?

Lacuna não impede criar o monitoramento, mas deve aparecer como limite de leitura.

Peça ajuda à Cris

Peça à Cris para revisar o rascunho antes da ativação.

Próximo passo

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